terça-feira, 19 de janeiro de 2010

COWBOY

Quando choram os meus olhos, o sol perde-se no horizonte, a morte se envaidece e a terra abre-se em monte... Também chora em soluços galopantes; como um cavalo adestrado, o meu coração alado de saudades do meu amado... Foi-se, no clarinho da lua nova, a última imagem de cowboy... triste saudade... Como dói... Donde vinha aonde foi, vestido dum gibão, no dorso daquele boi... (Áurea Nunes)

3 comentários:

  1. Oi, Áurea!

    Estou voltando das férias e vim retribuir tua simpática visita ao meu blog!

    Gostei muito daqui também!
    Lindo, porém triste o teu cowboy!

    beijoca carinhosa,
    neli

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  2. Olá Áurea, que prazer poder passar por aqui e comentar nesse poste.

    É um belo texto, frases marcantes!!

    Parabéns por nos presentear com esse poema!!!

    Bjos da JU

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  3. Belíssimo poema...Diferente! Beijo

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